Meu amigo conhece o Pastor
"O Senhor é o meu pastor; nada me faltará" Salmo 23.1

Dois homens foram convocados a recitar o Salmo 23 perante um auditório.

Um deles era um orador famoso e respeitado, especializado em dramatizações.

Ele recitou o Salmo de maneira comovente.

Quando terminou, a platéia o aplaudiu de pé e pediu bis, para ouvir novamente sua bela voz e apreciar sua récita.

Depois, foi a vez do outro homem, que era bem mais idoso, e ele repetiu as mesmas palavras:

" Senhor é o meu pastor...".

Quando terminou, não houve aplausos, pelo contrário, nem um som se ouviu na platéia, todos estavam quietos, em um profundo estado de devoção e oração.

Então, o primeiro homem, o orador famoso, emocionado, levantou-se e falou:

"A diferença entre minha fala e a deste meu velho amigo é que eu conheço o Salmo, mas meu amigo conhece o Pastor!"

:: Postado por Liliane Reis às 13h49
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O perdão

Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam juntos pelo deserto e, num determinado momento da viagem, discutiram, e um esbofeteou o outro. Este ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: Hoje meu amigo me bateu no rosto. E assim seguiram viagem até chegarem em um oásis, onde resolveram banha-se.
O havia sido esbofeteado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recupera-se, pegou um estilete e escreveu numa pedra: Hoje meu amigo me salvou a vida. Intrigado, o amigo perguntou: Por que depois que lhe bati escreveu na areia, e agora que o salvei escreve na pedra? Ao que o outro amigo respondeu: Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde os ventos do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.


The pardon

He/she counts an Arab legend that two friends traveled together for the desert and, in a certain moment of the trip, they discussed, and one slapped the other. This offended, without anything to say, he/she wrote in the sand: Today my friend beat me in the face. It is followed like this trip until they arrive in an oasis, where they solved takes a bath.
It had been it slapped he/she began to drown, being safe for the friend. To the he/she recovers, he/she caught a probe and he/she wrote in a stone: Today my friend saved me the life. Intrigued, the friend asked: Why after I beat him/her wrote in the sand, and now that I saved him/it writes in the stone? To the that the other friend answered: When a great friend we offend, we should write in the sand, where the winds of the forgetfulness and of the pardon they take charge of turning off; however, when he/she makes us something grandiose, we should record in the stone of the memory of the heart, where wind none of the world can turn off.

:: Postado por Liliane Reis às 21h56
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ola em breve muitas imagens

:: Postado por Liliane Reis às 20h23
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